
Uma denúncia de possível prática de “bomba baixa” levou o Procon Goiânia a realizar fiscalização em um posto de combustíveis da capital. A reclamação partiu de um consumidor que suspeitou de irregularidade no volume de combustível fornecido durante o abastecimento.
De acordo com o relato, o veículo tinha meio tanque, com capacidade total de 50 litros, e, ainda assim, o visor da bomba registrou 35 litros abastecidos em poucos segundos, o que levantou dúvidas sobre a quantidade efetivamente entregue.
“O carro estava com meio tanque e, mesmo assim, foram colocados 35 litros em segundos. Peço fiscalização urgente”, afirmou o consumidor na denúncia.
Diante do caso, equipes do Procon estiveram no estabelecimento para verificar o funcionamento das bombas medidoras, a regularidade dos equipamentos, a emissão de nota fiscal e o cumprimento das normas previstas no Código de Defesa do Consumidor.
A prática conhecida como “bomba baixa” ocorre quando o volume de combustível entregue é inferior ao registrado no visor da bomba, configurando infração grave. Caso sejam constatadas irregularidades, o estabelecimento pode sofrer sanções administrativas, como multa e até interdição do equipamento ou do posto.
O órgão destaca que a fiscalização em postos de combustíveis é preventiva e contínua, sendo intensificada após denúncias ou em períodos de maior consumo. Além disso, operações integradas com outros órgãos também são realizadas para coibir práticas abusivas e garantir a transparência na comercialização.
O Procon Goiânia orienta os consumidores a observarem se a bomba inicia a contagem do zero, se o volume abastecido é compatível com a capacidade do tanque e se o estabelecimento emite nota fiscal, documento essencial para eventuais reclamações.



