Exclusivo: Lissauer revela bastidores da disputa pela presidência da Alego e fala sobre apoio de Bruno Peixoto
Ex-presidente da Assembleia fala ao Diário de Aparecida sobre articulações políticas, apoio de Bruno Peixoto e futuro da relação com o governo Daniel Vilela
deputado estadual eleito Lissauer Vieira (PL) está no centro de uma das principais disputas políticas de Goiás após as eleições de 2026: a sucessão de Bruno Peixoto (União Brasil) na presidência da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego). Em entrevista exclusiva ao Diário de Aparecida, que será publicada nesta segunda-feira (19), o parlamentar aborda os bastidores da eleição da Mesa Diretora, as articulações entre as bancadas e os desafios do novo mandato.
Com 46.056 votos, Lissauer retorna ao Legislativo depois de quatro anos afastado. O resultado eleitoral recolocou o ex-presidente da Casa nas negociações pelo comando da Assembleia, em um cenário marcado pela movimentação de diferentes grupos políticos e pela influência do governador Daniel Vilela (MDB).
A entrevista exclusiva esclarece a posição do deputado sobre uma eventual candidatura à presidência, o papel do PL nas negociações e os limites das articulações que envolvem seu nome. Lissauer também trata das conversas políticas e da necessidade de construir apoio entre os futuros parlamentares.
Bruno Peixoto, Daniel Vilela e a disputa pelo comando da Alego
Um dos principais pontos da entrevista envolve a sucessão de Bruno Peixoto, eleito deputado federal. Nos bastidores, o atual presidente da Assembleia aparece nas articulações em torno do nome de Lissauer, enquanto Issy Quinan (MDB) figura entre as alternativas discutidas por setores da base governista.
A disputa vai além da escolha de um presidente. O comando da Alego terá papel nas negociações entre o Legislativo e o Executivo, na formação das comissões e na condução de projetos de interesse do governo estadual.
A próxima Assembleia será composta por 22 deputados reeleitos e 19 parlamentares que não integram a atual legislatura. Com 41 cadeiras, a eleição para a presidência exige a construção de uma maioria de pelo menos 21 votos.
Lissauer já presidiu a Assembleia entre 2019 e 2023. A experiência administrativa e as relações construídas durante os dois mandatos aparecem como elementos de sua possível candidatura.
Exclusiva revela posição de Lissauer sobre a presidência
Na conversa com o Diário de Aparecida, Lissauer evita antecipar uma definição sobre a disputa e ressalta que qualquer decisão deverá passar pelas discussões internas do PL e pelas negociações com os demais deputados.
O parlamentar também comenta sua votação, os compromissos assumidos durante a campanha e o cenário político para 2027, quando terá início a nova legislatura.
A entrevista completa será publicada nesta segunda-feira, 19 de outubro, na edição do Diário de Aparecida, com os detalhes das declarações de Lissauer Vieira sobre a sucessão de Bruno Peixoto e os bastidores da política goiana.



