Eduardo Marques
O PL elegeu 19 dos 54 senadores em disputa nas eleições de 2026. Com os 9 que seguem em mandato, o partido terá a maior bancada do Senado a partir de 2027, com 28 cadeiras.
MDB e PT vêm na sequência, com sete e seis eleitos, respectivamente. PP, PSB, União Brasil e Novo elegeram três cada. Republicanos, PSD, PSDB e Podemos conquistaram duas vagas cada. Rede e PDT elegeram um senador cada.
Nova composição da Casa
Somando os eleitos neste ano aos 27 senadores que permanecem em mandato, o PT terá nove parlamentares e o MDB, oito. PP e Republicanos ficam com seis cadeiras cada. PSD e União Brasil terão cinco, e o PSB, quatro.
Entre os mandatos em curso está o de Wellington Dias (PT-PI), eleito em 2022 e licenciado para comandar o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. A vaga é ocupada pela suplente Jussara Lima (PSD). Se Dias voltar ao Senado, o PT passa a ter dez cadeiras.
Desempenho por estado
O PL levou as duas vagas em disputa no Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia e Santa Catarina. O partido também elegeu senadores no Acre, em Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Roraima, São Paulo e Tocantins.
O MDB elegeu representantes no Amazonas, Pará, Paraíba, Piauí, Roraima, Sergipe e Tocantins. O PT conquistou as duas vagas da Bahia e uma em Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.
Como funciona a renovação
Os eleitores escolheram 54 dos 81 integrantes do Senado, o equivalente a dois terços da Casa. Cada estado e o Distrito Federal elegeram dois representantes, com mandato de oito anos. Os outros 27 senadores, eleitos em 2022, ficam até 2031.
A eleição é majoritária. Vencem os dois candidatos mais votados em cada estado, sem quociente eleitoral e sem segundo turno.




