Eduardo Marques
Os eleitores vão às urnas no domingo (4) para o primeiro turno das eleições. Cada um terá que dar seis votos. A escolha vale para presidente, governador, dois senadores, deputado federal e deputado estadual. No Distrito Federal, o voto é para deputado distrital.
Atenção a um detalhe. Os dois votos para o Senado precisam ser em candidatos diferentes. Se o eleitor repetir o nome, o segundo voto será anulado.
Cola é permitida, celular não

Levar o celular até a urna é proibido. Mas o eleitor pode anotar os números dos candidatos em um papel. A dica ajuda a não esquecer ninguém na hora de votar.
A ordem na urna
A votação segue uma sequência fixa. Cada etapa exige um número de dígitos diferente.
O eleitor começa pelo deputado federal, com quatro dígitos. Depois vota em deputado estadual ou distrital, com cinco dígitos. Em seguida vêm as duas vagas para o Senado, com três dígitos cada. Por fim, escolhe o governador e o presidente da República, ambos com dois dígitos.
A cada etapa, vale conferir os dados que aparecem na tela antes de apertar o botão “Confirma”.
Por que são dois votos para o Senado
Neste ano, o Senado renova 54 das 81 cadeiras. Isso equivale a dois terços do total. Por isso, cada estado e o Distrito Federal elegerá dois representantes. Os mandatos no Senado duram oito anos.
Segundo turno
Quem não tiver o resultado definido no primeiro turno volta às urnas em 25 de outubro. Nessa fase, a votação é mais curta. O eleitor escolhe apenas o governador, com dois dígitos, e o presidente da República, também com dois dígitos.



