Felipe Mabel reúne memórias afetivas e trajetória familiar em Goiânia
Empresário anapolino recorda experiências da juventude e projeta futuro com dinamismo econômico, preservação ambiental e grandes eventos esportivos e culturais

Goiânia completa 93 anos com histórias, encontros e lembranças que se misturam à vida de quem escolheu a capital para chamar de lar. Para Felipe Mabel, a relação com a cidade vai muito além dos endereços e das paisagens: passa pela formação profissional, pelas amizades, pelos momentos de diversão, pela paixão pelo futebol e, sobretudo, pela família que construiu aqui.
Natural de Anápolis, Felipe frequenta Goiânia há mais de 23 anos e mora na capital há mais de 16. Foi em 2003, quando veio estudar Fisioterapia, que começou a escrever os capítulos de uma história que também inclui a formação em Educação Física, o encontro com a esposa, Patrícia, e o nascimento dos filhos, Sofia, de dois anos, e Henrique, de quatro. “Goiânia é a capital do meu coração”, resume.
As lembranças começam ainda na infância, quando os passeios ao Flamboyant para comprar presentes de Natal e as visitas ao zoológico ficaram guardados na memória. “Adorava quando meus pais me traziam para o shopping Flamboyant para comprar meus presentes de Natal. É uma coisa que eu tenho bem gravada na minha memória”, conta.
Na juventude, vieram os encontros na Praça Universitária, na Avenida 10, os bares, as boates e os shows que movimentavam a cidade. “Frequentava muito o Aramacau, lá no Jaó”, recorda, ao citar apresentações de bandas como Capital Inicial e O Rappa.
O estádio Serra Dourada ocupa lugar especial nessa coleção de recordações. Foi ali que, ao lado do pai, acompanhou partidas da Anapolina, do Vila Nova, do Atlético, do Goiás e até do Corinthians, clube pelo qual torce. O futebol, que também fez parte de sua trajetória como jogador, permanece entre as paixões que o conectam à cidade.
Há ainda o encanto pelos setores Bueno e Marista, bairros que admirava nas visitas e nos passeios, e a satisfação de encontrar em Goiânia uma combinação de restaurantes, parques, entretenimento, eventos culturais e belezas naturais.
Para Felipe, “Goiânia tem uma energia própria, acolhe quem chega de outros lugares e oferece qualidade de vida a seus moradores”.
Futuro arborizado e empreendedor
Hoje, com a experiência de quem fincou raízes na cidade, o olhar se volta para o amanhã. Felipe deseja uma Goiânia que continue a crescer, atraia investimentos, gere oportunidades e fortaleça o comércio. “Uma cidade em que mais jovens possam empreender, abrir os próprios negócios e participar do desenvolvimento econômico”, cita.
A mobilidade urbana está entre os pontos que considera importantes para os próximos anos. Inspirado nos sistemas de transporte público que conheceu em viagens ao exterior, ele sonha com uma capital em que ônibus e outros meios coletivos sejam opções cada vez mais eficientes, capazes de facilitar os deslocamentos e contribuir para uma rotina melhor.
O futuro que imagina também tem mais árvores, parques bem cuidados e espaços públicos seguros, onde famílias possam passear e crianças brincar durante a semana e nos fins de semana. Além disso, quer ver Goiânia preparada para receber grandes eventos esportivos, culturais, empresariais e religiosos, com mais possibilidades de convivência e estímulo à economia local.
“Que ela possa ter uma qualidade de vida ainda melhor”, deseja.
Gratidão
A homenagem à capital chega acompanhada de gratidão. No dia 4 de outubro, Felipe Mabel, filiado ao Podemos, disputou uma cadeira na Assembleia Legislativa de Goiás e recebeu 11.740 votos de eleitores que confiaram em seu nome. Goiânia foi responsável por 17% desse total e, ao celebrar o aniversário da cidade, ele agradece a cada pessoa que o apoiou nessa caminhada.
Aos 93 anos, Goiânia reúne histórias individuais que, juntas, formam a identidade da cidade. Para Felipe Mabel, celebrar a capital é reconhecer tudo o que ela já lhe proporcionou e desejar que as próximas gerações também encontrem motivos para criar raízes e realizar sonhos.
Algumas cidades fazem parte da nossa história. Outras se tornam parte de quem somos. “Para mim, Goiânia é as duas coisas”, afirma.



