Eduardo Marques
Goiânia registrou taxa de desocupação de 3,6% no segundo trimestre de 2026, a quarta menor entre as capitais brasileiras. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice corresponde a 32 mil pessoas de 14 anos ou mais desocupadas e ficou abaixo da média nacional, de 5,4%.
Na comparação entre as capitais, só Cuiabá (2,3%), Palmas (2,6%) e Campo Grande (3,1%) apresentaram taxas menores que a goianiense.
A renda também chama atenção. No mesmo período, o rendimento médio mensal real habitualmente recebido no trabalho principal chegou a R$ 5.496, o sexto maior entre as capitais e bem acima dos R$ 3.621 da média do país.
Qualificação e mercado de trabalho
A Prefeitura de Goiânia, sob a gestão do prefeito Sandro Mabel, acompanha esses indicadores com ações de qualificação profissional e acesso ao mercado de trabalho. Em 2026, lançou a Caravana Emprego e Renda, em parceria com o Sesc e o Senac, que oferece cursos gratuitos em áreas como tecnologia, beleza, saúde e cuidados para animais. A meta é capacitar cerca de 13 mil pessoas e ampliar as chances de inserção profissional e geração de renda.
Serviços digitais
Outra frente da administração é a digitalização dos serviços municipais. A plataforma e-Resolve reúne, em um só ambiente, atendimentos de cerca de 50 serviços, entre eles Uso do Solo, licenciamento e autorizações.
“A plataforma responde a uma demanda antiga da população por mais agilidade e menos processos físicos. Desenvolvemos o e-Resolve onde as pessoas podem encontrar tudo. É a prefeitura no bolso do cidadão”, afirma Mabel.
A proposta é reduzir deslocamentos e dar mais agilidade aos procedimentos para cidadãos e empreendedores, além de facilitar a regularização de atividades e o andamento de processos ligados ao funcionamento de negócios na capital.



